Um novo estudo publicado na revista Conservation Letters na quinta (30) mapeia os riscos de impactos por derramamento de petróleo em áreas da Margem Equatorial brasileira, porção do território marítimo que vai do Amapá ao Rio Grande do Norte. As costas cearense e potiguar, que já contam com produção iniciada, concentram maior probabilidade de danos a bancos de pradarias marinhas, manguezais, recifes de corais e bancos de rodolitos – que reúnem algas calcárias. Já na área entre Pará e Amapá, com expansão projetada de atividade petroleira, os ambientes mais expostos a risco são os recifes mesofóticos – localizados entre 30 e 150 metros de profundidade.