Residentes de comunidades costeiras, pescadores e trabalhadores envolvidos na limpeza de derramamentos de petróleo podem enfrentar maior risco de desenvolver câncer após a exposição ao óleo. É o que revela artigo publicado na Revista Brasileira de Saúde Ocupacional por pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC). A pesquisa reúne evidências de alterações genéticas e aumento na incidência de cânceres como de tireoide e leucemia em populações que enfrentaram esses desastres ambientais.