Estudo registra recorde de anomalias em peixes no litoral do ES e aponta desastre de Mariana como hipótese

No litoral do Espírito Santo, cientistas verificaram a maior taxa de anomalias já documentadas em peixes costeiros de todo o Brasil, de acordo com a literatura científica disponível. No local, 60,5% dos peixes da espécie Stellifer naso têm deformidades nos otólitos sagitais, estruturas calcificadas localizadas na cabeça, assemelhadas a pequenas “pedrinhas”, que servem para a orientação no espaço e percepção sonora.

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