O afeto e a empatia na formação de pesquisadores para um mundo mais sustentável e justo

Por Victor Campos Khuriyeh e Lívia Cruz

Na Década da Ciência do Oceano, jovens pesquisadores mostram como relações humanas fortalecem respostas às crises socioambientais

Dez da manhã em São Paulo, seis da manhã em Phoenix, onze da noite em Sydney. Nesses e em vários outros fusos horários pelo mundo, nós e mais de 20 jovens pesquisadores nos reunimos periodicamente, apesar das agendas apertadas e rotinas tão diversas. Um propósito inicial uniu nosso grupo: promover transformações para um mundo mais sustentável e justo por meio da transdisciplinaridade. Mas o que realmente nos motivou a manter nosso trabalho foi o carinho, afeto e respeito que cultivamos uns pelos outros.

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