Por Laura Cristina, Alexandre Etechebere,
Raquel Cunha e Bruna Regina
O surfe quebra barreiras e promove a inclusão de pessoas com deficiência. A experiência de se mover nas maritimidades está alavancando ferramentas de acessibilidade
A praia, no contexto brasileiro, evoca sentimentos de liberdade e prazer, pois está associada a um espaço lúdico, relaxante, sociável e de bem-estar. No entanto, para desfrutá-la plenamente, é preciso combater a normatização do “corpo de praia” – a ideia predominante acerca de qual corpo deve usufruir do ambiente da praia, do mar e ser beneficiado pelas políticas públicas. O acesso a esses ambientes ainda não é uma realidade para pessoas com deficiência (PcD), pois há barreiras físicas de acessibilidade universal e barreiras simbólicas que excluem e territorializam outras possibilidades de vivenciar a maritimidade.